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Novidades do Bionote

Tudo o que muda a cada versão da plataforma web, do Bionote Insight e do aplicativo de campo — o que chegou de novo e o que foi corrigido.

Versões

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  1. Plataforma web 1.9.2

    Filtro de espécies por hora do registro e exclusão segura no mapa

    Separe espécies diurnas e noturnas com filtros que valem para o projeto inteiro, exclua áreas, estações e deploys com confirmação e cadastre equipamentos só com o nome.

    Novidades

    • Excluir área, estação e deploy direto pelo mapa. A edição de cada um ganhou uma lixeira ao lado do título — a estação não tinha exclusão. Antes de apagar, um alerta lista tudo o que será perdido junto (estações, deploys, mídias, identificações e visitas vinculadas), e a exclusão só é liberada depois de digitar DELETAR no campo de confirmação.
    • Exclusões e deploys encerrados ficam com o proprietário do projeto. Só o proprietário do projeto, ou owner/admin da organização, pode excluir áreas, estações e deploys — no mapa, nas listas e também pelo app de campo — e editar deploys recuperados, com falha ou perdidos. Deploy ativo continua editável por qualquer membro, e num deploy encerrado o equipamento não pode ser trocado.
    • Data de retirada editável em deploy recuperado. Para quem cadastra projetos antigos, a edição de um deploy recuperado mostra o campo "Data de recuperação". Ele não aceita data futura nem anterior à instalação, e as noites de câmera são recalculadas — a menos que tenham sido informadas manualmente na retirada.
    • Filtro por hora do registro na aba Espécies. O filtro ganhou a seção "Hora do registro", com hora inicial e final e os atalhos Diurno (06:00–17:59) e Noturno (18:00–05:59); faixas que passam da meia-noite funcionam. A hora considerada é a da câmera, e o filtro se combina com os de data, status e escopo — dá para separar num clique as espécies de hábito noturno das diurnas.
    • Filtros de espécies valem para o projeto inteiro. Escopo (várias áreas e estações), status, data e hora passaram a ser aplicados no servidor, e não mais sobre as 100 identificações mais recentes. Em projetos grandes, espécies com registros antigos não somem mais da árvore ao filtrar, e as contagens batem com o total do projeto.
    • Equipamento só precisa de nome. Número de série e tipo deixaram de ser obrigatórios — o tipo ganhou a opção "Não informado". O número de série, quando informado, continua único.

    Correções

    • Cadastro e edição de equipamento voltam a salvar. Quando algum campo reprovava, o formulário não dava retorno e o "Salvar" parecia não fazer nada. Agora o erro aparece em aviso, com o campo destacado e a aba do problema aberta; a edição não apaga mais observações e dados de aquisição ao salvar pela listagem, e a lista reflete a alteração sem recarregar a página.
    • Página em branco ao voltar depois de dias sem acessar. Se a renovação da sessão falhasse por instabilidade de rede, a página ficava vazia até um F5. Agora a renovação é retentada sozinha — também ao voltar a conexão ou à aba — e o conteúdo carrega assim que ela dá certo. Se a sessão realmente expirou, você vai para o login como antes.
    • Estações dentro da área de estudo ficam fáceis de clicar. O polígono da área capturava cliques por cima dos ícones das estações. Agora ele é só visual, com preenchimento mais claro; o card da área abre ao clicar nela na lista lateral.
    • Edição de deploy e de estação vem preenchida. Quando a lista de áreas ou estações demorava a carregar, o campo aparecia vazio em vez do valor salvo, e o modo de captura e o tamanho do cartão SD podiam impedir o salvamento. A edição agora mostra todos os campos salvos e salva sem precisar preencher de novo.
    • Datas deixam de aparecer um dia antes. Datas escolhidas só pelo dia — instalação, previsão e recuperação do deploy, campanhas e visitas — caíam no dia anterior no fuso do Brasil, e o "hoje" padrão dos formulários virava amanhã à noite. Telas e formulários passam a mostrar exatamente o dia escolhido.
  2. Plataforma web 1.9.1

    Senha e celular no seu perfil, e uma busca de espécies que entende qualquer grafia

    A conta ganhou troca de senha e celular com opt-in de WhatsApp, e procurar um bicho pelo nome deixou de exigir acento, hífen ou ordem certa das palavras.

    Novidades

    • Alterar senha pelo perfil. Configurações do usuário → Informações pessoais ganhou o botão "Alterar senha", com senha atual, nova senha e confirmação e a mesma lista de requisitos do cadastro. Antes a única saída era o "Esqueci minha senha". Senha atual errada, senha fora da política e excesso de tentativas aparecem com mensagens próprias — nada de "sessão expirada" por engano. Quem entra só pelo Google vê um aviso no lugar do botão.
    • Celular no cadastro e no perfil, com opt-in de WhatsApp. O cadastro por e-mail passou a pedir o celular no formato (99) 99999-9999 e oferece a caixa "Aceito receber mensagens da Bionote pelo WhatsApp", desmarcada por padrão. O número e o opt-in também podem ser editados em Configurações do usuário → Informações pessoais, e ficam visíveis só para a própria conta — fora do perfil público e das listagens.
    • Quem ainda não tem celular na conta é convidado a informar. Contas anteriores a esta versão ou criadas pelo Google veem, após o login, o modal "Adicione seu celular", que fecha ao salvar o número. O tour de boas-vindas passa a abrir depois desse passo.
    • A busca de espécies aceita qualquer grafia. "gamba" encontra Gambá, "veado mateiro" encontra Veado-mateiro, e com mais de uma palavra os termos casam em qualquer ordem — inclusive misturando nome científico e popular, como "mazama mateiro". Vale para a busca e os filtros de espécie na web, no app de campo e no Insight conectado.

    Correções

    • A lista de registros de uma espécie deixa de pular registros. As identificações eram buscadas na ordem de importação e reordenadas por data de captura na tela, então a página recebida não era a página exibida: registros importados antes e capturados depois ficavam fora da janela e a lista aparecia com buracos, divergindo do app de campo. A árvore de espécies, o mapa e a página da espécie passam a pedir a ordenação por data de captura e mostram os registros completos, na mesma sequência do app de campo.
    • Nomes populares não se repetem mais na ficha da espécie. Cada atualização do catálogo de espécies acrescentava de novo os nomes populares da Lista de Mamíferos do Brasil (SBMz), então uma espécie podia exibir o mesmo nome duas ou três vezes. A atualização passou a convergir com o que já existe, e as duplicatas antigas foram recolhidas.
  3. Bionote Insight 1.9.1

    Busca instantânea e um Workspace que espelha o SaaS de verdade

    Procurar espécie deixou de esperar a rede, tudo o que muda ou é excluído na web passa a chegar ao desktop, e o filtro de bioma finalmente alcança o catálogo inteiro.

    Novidades

    • A busca de espécies ficou instantânea e mais esperta. Os resultados vêm primeiro do catálogo local, que entende busca sem acento, sem hífen e com várias palavras em qualquer ordem — "mateiro veado", "porquinho india" e até "mazama mateiro" chegam no bicho. A resposta da nuvem entra em seguida, em silêncio, para trazer nomes favoritos do projeto e táxons criados pela organização.
    • "Forçar sincronização completa" no menu da árvore do Workspace. Não havia como recuperar um espelho local que ficou para trás sem apagar o cache — e com ele as classificações ainda não enviadas. A nova ação refaz o download completo do catálogo em dois cliques, sem perder trabalho local.
    • A árvore avisa enquanto o catálogo ainda está sincronizando. As estações apareciam e os equipamentos demoravam a chegar, sem nenhum sinal de que algo estava em andamento — parecia que o ponto estava sem equipamento. A barra lateral ganhou a linha "Sincronizando estações e deployments…" enquanto o download estiver em voo.
    • Biomas de mamíferos brasileiros conferidos pela lista oficial da SBMz. Os biomas do catálogo vinham de mineração do GBIF e divergiam da Lista de Mamíferos do Brasil em mais de cem classes, incluindo espécies comuns em armadilha fotográfica que a SBMz realocou de gênero. A lista oficial entrou como fonte do catálogo e trouxe também os nomes populares oficiais. Espécies que não tinham bioma nenhum passam a ser filtráveis.

    Correções

    • Edições e exclusões feitas na web dentro de uma área inalterada chegam ao Insight. Uma estação editada ou apagada dentro de uma área que não mudou ficava invisível para sempre no desktop. Agora aparece na sincronização seguinte, mesmo sem tocar na área.
    • Excluir projeto, equipamento ou instalação na web remove do Insight. O que foi excluído no SaaS some do Workspace na próxima sincronização, e excluir uma área com estações não falha mais em silêncio: estações e instalações dependentes saem junto.
    • Registro recusado pelo cache local não é mais perdido. Uma recusa do banco local (disco, vínculo) deixava o registro permanentemente para trás. A sincronização só avança depois que o espelho confirma a gravação — em caso de recusa, a próxima traz o registro de novo.
    • "Validado e não salvo" vira "Validado" segundos após o envio. Uma falha recuperável de rede parava o lote inteiro e a retomada esperava a varredura de 5 minutos. Agora a fila reagenda em 30 segundos, insiste até esvaziar de verdade e já drena no boot quando há pendências salvas. Uma edição presa contra uma identificação apagada na web também deixa de ser reenviada para sempre: depois de 10 tentativas ela sai da fila, e o arquivo continua marcado como não sincronizado.
    • O filtro de bioma passou a alcançar o catálogo inteiro. Só 19% das classes do modelo têm dado de bioma, e o filtro só penalizava quem tinha dado — 81% do catálogo passava intocado. Espécie sem dado recebe agora uma penalidade suave: perde para quem tem dado a favor e ganha de quem tem dado contra. Com o filtro ligado, espécie de fora do bioma deixa de aparecer em primeiro lugar quando há uma candidata que ocorre ali.
    • País e bioma são avaliados de forma independente, e o aviso diz qual é o problema. A falta de dado de país anulava a avaliação de bioma, um animal com uma única candidata escapava sem nenhuma avaliação, e o aviso falava sempre em país. Agora há a mensagem própria "Espécie não ocorre no bioma do projeto — confira", e a sugestão geográfica mostrada ao revisor deixa de contradizer a ordem da lista.
    • Desligar o filtro na tela desliga o filtro de verdade. Com o filtro de bioma desmarcado o processamento caía no bioma cadastrado do projeto, e com o de país desmarcado, no país da organização — o filtro seguia valendo sem a interface dizer. A decisão geográfica passou a viver num lugar só, a tela de validação, onde o revisor a vê e pode desligar; a troca de espécie por bioma também deixou de ser desfeita em silêncio ao reabrir o arquivo.
    • A espécie vencedora não muda ao reabrir um arquivo. As marcas de qualidade de cada quadro (recorte minúsculo, animal na borda) não eram gravadas, então todo quadro relido voltava como perfeito e a votação podia mudar de resultado. Agora a espécie exibida ao reabrir é a mesma apurada durante o processamento.
    • A cena noturna deixou de ser decidida pelo primeiro quadro. No começo de um clipe noturno a câmera ainda está se adaptando — infravermelho, exposição, ganho — e esses quadros parecem diurnos, contaminando o clipe inteiro. A decisão passou a amostrar em três pontos do vídeo e tirar a média.
    • O realce noturno foi desligado — ele fabricava detecções falsas. Medido em 44 vídeos, o realce equalizava ruído em recorte pequeno e criava textura de pelagem em tronco de árvore: mais lixo sobrevivendo ao corte de confiança e menos acerto em recorte verdadeiro. Efeito visível: menos detecção falsa em cena noturna e em tronco.
    • O instalador do Mac Apple Silicon volta a abrir, com vídeo reproduzindo. O empacotamento podia misturar duas versões do Qt e o app abortava no lançamento; noutra máquina, parava sem o plugin de vídeo. O empacotamento passou a conferir o bundle antes de publicar, e AVI/MP4 reproduzem no lugar de tela preta.
  4. Plataforma web 1.9.0

    O mapa parou de fingir precisão que não tem

    A localização do usuário passou a ser honesta sobre a própria qualidade, e áreas e pontos com dados finalmente podem ser desativados.

    Novidades

    • "Minha localização" diz a qualidade da posição. O botão do mapa mostra ícone cheio para GPS, ícone com ponto âmbar para posição aproximada e ícone cortado quando o navegador bloqueou — antes ele voava com zoom de rua para a posição aproximada por IP, fingindo precisão de GPS.
    • Ativar a localização sem sair do app. Quando a posição não é precisa, um modal explica o ganho e dispara o aviso do navegador. Se o navegador já bloqueou — e nesse caso ele não pergunta de novo —, o modal mostra o passo a passo do desbloqueio pela barra de endereço, com abas para Chrome/Edge, Safari e Firefox.
    • O convite de localização aparece uma vez só. Ele surge sozinho na visão geral, logo após o primeiro login, e espera o tour de boas-vindas terminar para não empilhar dois modais. Depois disso, só reabre por clique no botão do mapa.
    • Desativação permanente de áreas de estudo e pontos de amostragem. A exclusão falhava sempre que havia dados vinculados. Agora ela acontece, e o diálogo avisa que é permanente: instalações de equipamento, mídias, identificações e visitas ficam indisponíveis nas telas de análise, espécies, mapa e galeria. As telas atualizam sozinhas depois da confirmação.
    • Avisos com a mesma cara em todas as telas. Os avisos dentro das telas eram montados um a um e divergiam entre si; passaram a seguir um componente único, espelhando o design system do Bionote — fundo de status consistente (verde, amarelo, vermelho ou azul) nos temas claro e escuro.

    Correções

    • Recriar um projeto depois de excluir não falha mais. O código automático (PROJ-NNN) colidia com o de um projeto já excluído e o cadastro era recusado como "requisição inválida". Agora o código é único por organização e ignora os projetos excluídos — dá para recomeçar um projeto, e o código de uma organização não bloqueia mais o cadastro em outra.
  5. Bionote Insight 1.9.0

    Validação que não depende da rede na hora do clique

    Salvar a validação virou uma fila que entrega sozinha — e o resultado de um dia de triagem deixou de depender do sinal naquele instante.

    Novidades

    • Salvar enfileira; a fila entrega quando houver rede. O envio era feito em cima do clique em "Salvar": se a conexão caísse no meio do lote, se o app fechasse com uma requisição em voo ou se só o recorte do frame falhasse, aquele trabalho ficava parado no desktop. Agora o clique enfileira identificação, recorte do melhor frame e etiquetas, e a fila persistida entrega sozinha. O botão libera na hora, cada registro mostra "Enviando ao servidor…" enquanto a fila não drena, e o arquivo só fica verde quando a nuvem confirmou tudo — inclusive horas depois, com o app reaberto.
    • Validação feita em campo, sem sinal, chega completa ao SaaS. Antes só a identificação sobrevivia à falta de rede; o recorte do frame e as etiquetas iam por fora e se perdiam. As três intenções entram na mesma fila, na ordem certa. Arquivo movido ou apagado depois da validação não trava mais a fila: o recorte é descartado e o resto segue.
    • As telas de seleção abrem na hora, do cache local. Organizações, projetos e a árvore de áreas, pontos e instalações passam a aparecer a partir do espelho local e só depois se atualizam com a nuvem — sem piscar e sem mensagem de erro quando a API falha e há espelho. O indicador de sincronização passou a dizer o que está trazendo ("Áreas 3/7") em vez de uma percentagem que podia andar para trás.
    • Abrir o app sem rede mantém a organização e o projeto de antes. A última organização escolhida passou a ser gravada junto da sessão e volta com ela na abertura, em vez de o app cair sem escopo. Sincronizar em segundo plano também não muda mais a organização ativa no meio do caminho.
    • Anterior e Próximo na validação andam só entre arquivos processados. Antes, os botões podiam abrir um arquivo ainda pendente, com a tela vazia. Agora a navegação segue a ordem visível do painel de arquivos.
    • Instalador próprio para Mac Intel. O primeiro build Intel saiu sem o botão "Entrar com Google" e sem guardar a sessão no keychain. O Mac Intel ganhou um empacotamento próprio, conferido antes de publicar: o instalador tem login Google, guarda a sessão no keychain do macOS e abre em qualquer Mac Intel. Quem já tinha sessão salva não precisa entrar de novo.

    Correções

    • Um animal deixava de virar dois — ou três. Em confiança moderada, o detector emitia duas caixas quase idênticas para o mesmo bicho no mesmo quadro, e a segunda nascia como um animal fantasma de 1 ou 2 amostras; em um caso a duplicata ainda tomava o lugar do rastro principal. Caixas sobrepostas no mesmo quadro passaram a ser suprimidas, mantendo a de maior confiança. Num vídeo de garça-moura, a verificação passou a mostrar 1 animal em vez de 3.
    • Validação que falhava por rede ficava presa até o dia seguinte. O horário da próxima tentativa era gravado num formato que o banco comparava como texto, então qualquer falha recuperável travava aquela validação até a virada do dia. Rede que cai e volta agora reenvia na tentativa seguinte, e os envios presos são destravados na primeira abertura desta versão.
    • Envio interrompido pelo fechamento do app nunca mais saía. Fechar o Bionote (ou suspender a máquina) com uma requisição em andamento deixava aquele envio parado para sempre, e o arquivo nunca era promovido a "Validado". A fila devolve essas intenções ao abrir o app, e reenviar é seguro.
    • Arquivo editado depois de enviado não voltava a ficar verde. Corrigir a espécie de um animal já sincronizado prendia o arquivo em "Enviando ao servidor…", mesmo com a nuvem já correta.
    • A fila não fica mais parada quando falta modelo de IA. O aviso aparecia, mas os demais arquivos ficavam "aguardando" para sempre e só "cancelar" destravava. Agora o lote fecha com um aviso agregado e o processamento volta a aceitar pedidos assim que os modelos forem baixados.
    • Os ajustes de confiança da IA são lembrados entre aberturas. Confiança geral, limiares do MegaDetector e do SpeciesNet, recall por movimento e frame step viviam só em memória: fechar o app descartava tudo e o próximo lote rodava com os padrões, mesmo com a tela mostrando outros valores. Agora o valor configurado é o que corta as espécies do próximo processamento, em qualquer sessão.
    • Remarcar o frame de um animal não apaga mais a trilha dele. Redesenhar a caixa de um animal detectado pela IA apagava as detecções quadro a quadro; depois de salvar e reabrir, o retângulo deixava de acompanhar o bicho no vídeo. Agora só a marcação manual anterior é substituída.
    • Aviso de espécies não encontradas volta a aparecer. Ao salvar uma validação com espécie fora do catálogo, o aviso era descartado antes de ser exibido. Ele voltou, listando as espécies para conferir a taxonomia.
    • Reprocessar sem rede não perde mais a exclusão na nuvem. Offline, o registro antigo ficava órfão no SaaS. A exclusão passou a entrar na fila e é concluída quando a conexão volta.
    • Sem rede, a lista do Workspace não fica mais carregando para sempre. A listagem falha, o indicador cai e os arquivos locais continuam na tela. Um arquivo tirado da fila por "Cancelar tudo" também volta a "não processado" na hora, em vez de ficar em "aguardando".
    • "Criar perfil" abria o cadastro do ambiente de homologação. O link da tela de login estava fixo em homologação desde maio, em todos os builds. Em produção ele passou a abrir app.bionote.com.br/register.
    • Senha errada não derruba mais a sessão aberta. Errar a senha na tela de login era confundido com "sessão expirada" quando já havia alguém logado.
  6. App de campo 1.1.0

    Galeria, equipamentos e um download de projeto muito mais rápido

    O app de campo ganhou as telas que faltavam para não precisar do computador no meio da coleta — e passou a baixar o projeto em uma fração do tempo.

    Novidades

    • Galeria no hub, com a contagem e os filtros do SaaS. A grade mostra duas mídias por linha e se adapta à tela. Com conexão, a galeria é a mesma do SaaS e baixar passa a ser opcional; sem conexão, valem as mídias já baixadas.
    • Vídeos tocam dentro do app. Tocar num vídeo da Galeria abre o player no próprio app, sem sair para outro aplicativo.
    • Abrir uma mídia mostra as informações do SaaS e "Ver no mapa". O detalhe traz os mesmos dados da web e leva direto ao ponto onde a mídia foi registrada.
    • Equipamentos no hub, com o layout da tabela do SaaS. O inventário offline ficou completo e as páginas abrem na hora com o projeto baixado, lendo o banco local em vez de esperar a rede.
    • Retirada da câmera direto do campo, offline. O detalhe da instalação ganhou a retirada do equipamento sem depender de sinal, e o formulário passou a registrar a previsão de retirada.
    • Registros de câmera trap disponíveis offline na aba Espécies. O download do projeto passou a trazê-los, então a aba funciona sem sinal.
    • Download do projeto muito mais rápido — e sem baixar imagens. As etapas de áreas, pontos e instalações foram enxugadas, e as miniaturas deixaram de ser baixadas junto. Quem quiser pode ligar o pré-carregamento de imagens no Wi-Fi, num interruptor novo nas configurações.
    • "Registro oportunístico" passou a se chamar "registro ocasional". O termo mudou em todas as telas do app, acompanhando o vocabulário usado no restante da plataforma.
    • O mesmo CPF/CNPJ pode ser usado por mais de uma organização. O cadastro deixou de recusar um documento já usado em outra organização.

    Correções

    • "Atualizar download" parou de rebaixar todos os mapas. Os pacotes de mapa já baixados eram refeitos a cada atualização do projeto, consumindo dados e tempo à toa.
    • Data do avistamento tratada como relógio de parede. O registro deslocava a data conforme o fuso horário do aparelho; agora vale a hora marcada no campo, sem conversão.
    • Miniaturas da galeria carregam; fim dos quadros pretos. A grade misturava fontes de imagem e parte dos itens não renderizava.
    • Os números do hub são os mesmos do SaaS — online e offline. As contagens da tela inicial do projeto divergiam da web.
    • O contador "Registros" da visita conta a mídia que aparece na galeria. Os dois números não batiam.
    • Seleções, menus e confirmações passaram para a folha do app. Os diálogos nativos do sistema deram lugar aos painéis do próprio Bionote, com botões de ação fixos no rodapé e avisos flutuantes por cor de status — inclusive na confirmação de excluir mídia.
    • Rótulos alinhados à web. "Deploy recuperado" passou a se chamar "Retirado", como no SaaS.
  7. Plataforma web 1.8.1

    Taxonomia em uma página só

    A navegação pela árvore taxonômica foi refeita do zero e cada organização passou a mandar nos nomes que usa no dia a dia.

    Novidades

    • Nova tela de Taxonomia. A árvore taxonômica passou a viver em uma página única: você desce de Reino até espécie na árvore da esquerda — com contagem de espécies por nó e busca dentro de cada nível, por nome científico ou popular — e lê os detalhes no painel da direita, sem recarregar nada a cada clique. O endereço acompanha o táxon selecionado, então o link é compartilhável.
    • Nomes personalizados pela organização. Cada organização pode definir o nome comum, as notas, o habitat e a distribuição que usa para um táxon, além de ocultar do acervo o que não interessa. O nome personalizado passa a valer em toda a interface — árvore, busca e identificações — sem alterar o catálogo global.
    • "Ver na taxonomia" no mapa de espécies. O detalhe do táxon ganhou um atalho que abre a página de Taxonomia já com a árvore expandida naquele ponto da hierarquia.
    • Aba "Armazenamento" nas configurações do projeto. O consumo da Galeria (uso total, limite do plano, espaço disponível e detalhamento por fotos, vídeos e áudio) também aparece em Configurações do projeto, ao lado de Membros, Checklists e Etiquetas.
    • Download do Insight para macOS Intel. O menu de download passou a separar "macOS (Apple Silicon)" e "macOS (Intel)".

    Correções

    • A lista de reinos estava incompleta. A tela antiga mostrava só os primeiros 20 táxons em ordem alfabética e filtrava o resto no navegador; a nova árvore lista as raízes de verdade, com contadores.
    • Nomes da organização voltaram a aparecer. As telas de taxonomia consultavam o catálogo global e ignoravam os nomes populares e as personalizações da organização. O nome exibido volta a considerar a camada da organização em todo o app, inclusive no seletor de espécies da identificação e no registro manual do mapa.
    • Tela de armazenamento voltava zerada. Fotos, vídeos, áudio e arquivos apareciam em zero — só o total em GB estava certo. Agora cada card mostra a quantidade e o espaço realmente ocupados, e o percentual de cada tipo passou a ser calculado sobre o limite do projeto, não sobre o espaço já usado.
    • Registros de espécie contam como fotos, e a tela diz isso. O balde "Fotos" virou "Fotos e registros" e explica que inclui os avistamentos sem arquivo de mídia.
    • Card "Galeria pendente" mostrava zero. O painel lia um campo que não existia; passou a mostrar a contagem real de itens com processamento pendente.
  8. Bionote Insight 1.8.1

    Triagem de acervos grandes, sem card morto

    A lista de arquivos do ponto foi reorganizada em volta do que ainda falta triar — e aguenta pontos com milhares de vídeos.

    Novidades

    • Os arquivos abrem ordenados pelo que falta triar. A lista e a galeria do ponto trazem os não processados no topo e empurram os já validados para o fim. A ordem é definida ao abrir o painel, então nada pula de lugar enquanto você trabalha. Ao voltar de uma coleta, os vídeos novos estão em cima.
    • Carregamento progressivo na rolagem. Os arquivos aparecem em blocos de 150, e o próximo bloco entra sozinho conforme você rola. Filtros, contadores e ações em lote continuam valendo para todos os arquivos do filtro — só a exibição é paginada. Pontos com milhares de arquivos abrem na hora.
    • Arquivo que sumiu do computador vira registro fixo. Um vídeo já triado cuja cópia local foi movida ou apagada deixa de ser um card morto: mostra a foto salva na triagem com o marcador "Somente registro", e o duplo clique abre a foto, as espécies identificadas e a data de captura. O histórico da triagem sobrevive como prova mesmo sem o arquivo original.
    • Arquivos nunca triados que perderam o vínculo podem ser descartados. Ao entrar no ponto, o app pergunta se quer descartar os arquivos que nunca foram processados, nunca subiram para a nuvem e sumiram do disco. "Descartar" limpa a lista sem tocar no disco; "Manter" deixa tudo como está — útil para quem importou de um HD externo desconectado.

    Correções

    • "Esqueci minha senha" abre o ambiente certo. O link da tela de login levava sempre ao ambiente de homologação, mesmo na versão de produção.
    • Player de vídeo voltou a ser montado com o suporte de mídia completo. Uma referência quebrada na compilação deixava o diagnóstico de formatos fora do programa; o log de inicialização volta a listar os formatos que o player consegue abrir.
  9. App de campo 1.0.0

    Primeira versão do aplicativo de campo

    O app de campo entrou no beta fechado: planejamento da visita, registros offline e sincronização com a plataforma assim que houver sinal. A partir daqui, cada versão aparece nesta página.

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